Os efeitos da mistura do açaí com o cordel
Deus, na sua infinita bondade, tem me agraciado com a habilidade e o prazer de produzir cordéis, e a cada dia que passa, eu busco polir os meus versos, de maneira que meus leitores possam captar os meus escritos, da forma mais simples, não deixando se perder os laços com a cultura regional.
Esta obra, é uma produção poética que representa vivencias remotas, contemporâneas e divertidas, construídas por meio de poemas populares, onde a linguagem regional é mais envolvida, evidenciando o palavreado do povo paraense, que pra muitos desperta um pouco de curiosidade.
Égua, paidégua, mano, tedoidé, dirocha, vá se lascar, e tantas outras expressões que representa o povo paraense.
Trago também nestes meus escritos, um pouco das brigas, arengas ou como queiram chamar, quando algum abestado fala mal do nosso povo, nossa culinária, nosso sotaque, nossas tradições, enfim... aí mano eu fico muito amuada e já quero comprar uma briga, claro, defender a minha terra. Falo também da minha infância cheia de dificuldades mas, com muita alegria, tipo, pobre feliz. É, vocês já ouviram essa expressão né? E falo também da minha adolescência na escola João Santos, acho que foram os anos mais incríveis da minha vida.
Convido os meus leitores, para irmos além de uma simples interpretação, mas, dar uma voltinha a um passado não muito distante, para uma leitura relaxante, recheada de informações, fugir um pouco da realidade, e se embrenhar nas páginas deste livro, que eu carinhosamente intitulei CORDEL COM AÇAÍ
A Autora/Socorro Rebouças
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